Pessoas práticas vivem um dilema constante: esperam clareza, objetividade, pingos nos is. O paradoxo é que a verdade está nas entrelinhas, no calar, na ausência sutil. A modernidade ainda trouxe o silenciar: mesmo permanecendo ali, o interesse está bem longe. Pobre pragmático! 💔
O tempo ensina a diferença sutil entre insistência e persistência. Nem toda vitória vem da persistência, às vezes, vem pelo desistir. É a maturidade que vai te mostrar se você está persistindo ou simplesmente insistindo em algo que talvez você tenha que perder para ganhar… paz.
Eu já tive dias horríveis. Dias em que a vida decidiu me testar e a angústia quase fez morada em mim – eu não me reconhecia mais! Nesse período, muitos foram embora… e eu os entendo. Mas, dos que ficaram, eu procuro cuidar muito bem, afinal “o seu valor excede ao de rubis.”
Sábado passado, depois de ministrar, me vi novamente em um lugar perigoso chamado “referência”. Ao compartilhar a Palavra de forma tão entusiástica, muitos nos veem num pedestal de força e resiliência. Os dilemas e combates da trivialidade da vida me mantêm no meu devido lugar.
